29 de novembro de 2020

Relatório de NOV-20 - De volta para o futuro

 



Este sem dúvida foi um ano atípico, e que por incrível que pareça, ainda não acabou. Antigamente, quando costumávamos passear livremente, os enfeites de natal davam o sensação de que o final do ano havia chegado. Pois neste ano, esta tarefa ficou por conta dos filmes de natal no Netflix. De um jeito ou de outro, sempre nos acostumamos as novas realidades e mais do que nunca, o mercado parece se adaptar a assuntos como a eleição do Biden, de forma natural.

Sigo razoavelmente pessimista com as contas do Brasil. Não vejo como conseguiremos frear o déficit que o nosso governo possui, mas por outro lado, sei que em diversos outros momentos isso ocorreu e um fato inesperado mudou todo o cenário. Comento isso pois o consumo no Brasil segue bem, as industrias estão ocupadas e diversas matérias-primas estão faltando em razão da alta demanda.

Espero que as coisas realmente sigam assim, mas sou cético em admitir que isso só funcionará se tivermos a capacidade de fazer as reformas que tanto esperamos e buscamos.

Abaixo descrevo um pouco da minha carteira:

Renda Variável:

FIIs: continuo achando que vale a pena comprar ativos por aqui. O pior da pandemia parece ter passado e aos poucos os negócios vão voltar. 

Ações: fiz algumas compras há dois meses, porém acredito que a 110.000 pontos o melhor é esperar para ver o que vai ocorrer. Não que a bolsa esteja cara, pois ele segue defasada em termos históricos, mas me parece que a bolsa vai realmente subir se tivermos o ingresso de capital estrangeiro.

Ações em USD: é impressionante como o capital precisa de algum lugar para ser rentabilizado e em um mundo com juros negativos, as ações parecem ser ainda a melhor opção. Acho que os ativos estão caro, mas isto pouco importa, pois os bancos centrais continuarão injetando liquidez nos mercados. Não farei grandes alterações, mas sigo achando que as ações de tecnologia irã desempenhar bem.

Previdência em ações: segue rendendo abaixo do Ibovespa, me levando a crer que não vale a pena comprar fundos de ações. Tenho apenas por ser uma previdência, 

Renda Fixa:

TD IPCA: continuo achando que os títulos IPCA 2055 com juros por volta de 4,30% estão em uma boa cotação para seguir comprando.

TD Selic: segue sendo a melhor opção para alocação do valor de emergência, apesar de já estar com rendimento negativo.

Debêntures: na busca por algum rendimento, a oferta e procura tem sido boas, porém as taxas seguem em queda. Continuo achando que muito não valem a pena no mercado secundário, pode-se ainda achar algo próximo a IPCA + 4%, preferencialmente sem IR.

CDBs e LCs: tiveram uma significativa subida recentemente, levando alguns títulos a IPCA + 5%. Gosto das opções do banco BMG e Fibra, qe pagam bem e possuem risco controlado.

Seguros: 

Ouro: teve uma queda recente, mas seguirá firme na minha carteira como um seguro.

Dólar: não possuo de forma direta, mas devo remeter algo para os USD se o cambio continuar a ceder. Me parece que abaixo de R$ 5 já da para pensar.

Repito o que tenho escrito nos meses anteriores, sigo com a meta de ter 10% de rendimento ao ano e com o objetivo de fechar 2020 com R$ 1,15MM. Para 2021 a meta é terminar o ano em R$ 1,45MM e ao final de 2022 alcançar R$ 2MM. Parece uma meta ambiciosa, mas sei que é possível com os aportes que pretendo fazer.

3 de outubro de 2020

Relatório de SET-20 - Frustrando Expectativas

 


Mais um mês de quedas nas bolsas, frustrando as expectativas dos investidores. Muitos podem dizer que está relacionado a uma segunda onda da pandemia, ou mesmo as eleições no USA, mas no fundo, para nós brasileiro o problema é sempre o mesmo. Simplesmente, gastamos mais do que arrecadamos e isso tem ficado cada vez mais evidente e critico.

O endividamento do país não para de subir e cada vez é mais difícil de vender os títulos do governo do Brasil, que estão com taxas bastante atrativas. Não vejo possibilidade de calote, pois o governos pode imprimir dinheiro, apesar de gerar inflação. 

Mas o que importa realmente aqui é que ficamos muito defasados em relação ao resto do mundo. Nossa bolsa segue muito abaixo, o câmbio subiu muito, deixando os ativos mais baratos ainda em USD.

Apesar de todos os sinais negativos, me parece que o pior da pandemia passou e não devemos ter uma segunda onda no Brasil. Isso quer dizer que, se tivermos alguns bons sinais de reformas, poderemos ver sinais de retomada em 2021. Já vemos sinais da economia real, onde diversos segmentos de embalagens estão altamente demandados.

Entendo que este é um bom momento aproveitar algumas oportunidades, conforme descrevo abaixo.

Renda Variável

FIIs: fiz pequenos investimentos há pouco tempo e entendo que seguem como uma boa opção para se expor à imóveis e ter uma renda mensal.

Ações: devo aproveitar o momento de queda para fazer algumas compras de ações que pagam bons dividendos, como ITSA4, BBAS3, CMIG4, SAPR11, PETR4 e EGIE3.

Ações em USD: a grande novidade parece ter sido a volatilidade nas ações de tecnologia, após terem subido muito. Ainda assim seguem em patamares bastante altos. Não devo fazer alterações na carteira.

Previdência em Ações: apenas esperar que o Ibovespa se recupere.

Renda Fixa

TD IPCA: ao longo do mês a taxa de juros dos títulos subiu bastante e levou o TD IPCA 2055 acima de 4,40%. Me prece ser um bom momento de entrada e devo comprar mais.

TD Selic: por incrível que pareça tem tido rendimento negativo. Mesmo que no vencimento isto volte par ao investidos, é difícil ver as cotas diminuírem pela dificuldade de venda do governo.

Debêntures: seguem com rendimentos cada vez menores, porém ainda existem boas opções. Gosto das elétricas e Vale.

CDBs e LCIs: assim como as debentures, tem tido suas taxas cada vez mais comprimidas, mas ainda acho que tem boas oportunidades dos bancos Fibra e BMG. Acima de IPCA +4%, neste momento me parece atrativo.

Seguros

Ouro: após uma grande subida nos últimos anos, assim como na pandemia, deu uma pequena recuada. Ainda assim, o câmbio tem subido, valorizando as cotas do investimento.

Sigo com a meta de ter 10% de rendimento ao ano (sem considerar dividendos) e já descontados os impostos. A meta de ter R$ 1,15MM segue de pé, mas cada tem se tornado mais difícil. Este ano definitivamente não tem sido fácil para o investidor, mas não podemos desanimar. Momento difíceis geralmente são bons momentos de entrada.





31 de agosto de 2020

Relatório de AGO-20 - Back to reality

 


De volta à realidade. A bolsa brasileira parece ter encerrado seu ciclo recente de recuperação, pós choque da pandemia. Subimos de 60 mil pontos até 100 mil. Foi uma grande oportunidade, sem dúvida alguma. Naturalmente que poucas pessoas acertam os fundo e topos, mas mesmo assim, neste caso, muita gente ganhou ou perdeu dinheiro.

O que fica claro para mim é que os valores as ações se descolaram por um instante dos lucros, tornando o investimento mais arriscados. No Brasil, exceto por alguns setores, como os bancos, os demais ativos já se valorizaram a níveis próximos ao recorde anterior. Se olharmos para as bolsas ao redor do mundo, em especial as dos USA, vemos que os valores já superaram os recordes anterior. Se analisarmos apenas as ações de tecnologia, o assunto é muito mais marcante e na minha opinião, uma bolha.

Outro ponto que chama atenção de todos é a quantidade de dinheiro injetado nas economias, os gastos e consequentemente o aumento do endividamento dos países. Em algum momento a inflação virá e certamente pagaremos esta conta. Há quem diga, desde 2008 que a conta chegará, mas como não chegou ainda, a festa segue sem interrupções.


Abaixo um resumo dos meus investimentos:

 

Renda Variável

FIIs: apesar das dúvidas com relação a cobrança de IR sobre os rendimento, fiz pequenos aportes para deixar minha carteira com 5% de participação na carteira de investimentos. Acho que com os juros baixos, vale a pena a exposição.

Ações: tivemos uma queda em relação ao mês anterior, porém somente pela variação de mercado. Os bancos seguem sendo a grande decepção. Não farei alterações na carteira no próximos meses e pretendo apenas reequilibrar se algo subir ou cair muito.

Ações em USD: seguem subindo consideravelmente, sendo que só a ação do Google subiu mais de 10% no mês. Vou manter a minha carteira atual de ETFs e Ações que basicamente conta com ações de tecnologia (XP, Google e Nasdaq) e bolsa brasileira em USD (EWZ). Este segundo caso me parece uma grande barganha com potencial de subir de USD 30 para USD 50 rapidamente, mas talvez demore algum tempo.

Fundos de Ações: como comentado em meses anterior, fiz o saque quase que total do fundo Alaska Black e devo deixar de investir em fundos de ações de forma direta. Entendo que a compras das ações tem diversas vantagens, como a liquidez, dividendos e não há taxa de administração.

Previdência em Ações: em substituição ao anterior, farei minha exposição a  fundos de ações através da minha previdência. Me parece uma boa opção, pois é um dinheiro que está bloqueado em razão dos custos com o IR e que podem esperar diversos anos.


Renda Fixa

TD IPCA: teve uma leve queda desde o último mês, sendo que tentarei investir no títulos longos com juros acima de 4%/ano. Acho que podem ser um grande opção, dada a situação atual.

TD Selic: fiz pequenos saques para direcionar algos para debêntures e CDBs/LCIs. Segue sendo uma reserva de valor, mas agora com a preocupação de estar com juros negativos.

Debêntures: fiz a aplicação em opções com IPCA + juros de 3,5-4,0%/ano, sempre buscando opções sem a incidência de IR e de empresas com bom rating (Vale, Light e Neo Energia).

CDBs e LCIs: fiz algumas aplicações em opções com IPCA + 4,0-4,5%/ano com a incidência de IR (BMG e Bari - gostaria de algo do Fibra também). O racional é ter um rendimento de aproximadamente 6,5%/ano, acima dos 2% da Selic atual.


Seguros

Ouro: surpreendeu positivamente mais uma vez. Manterei minha aplicação, sempre atento se devo ou não aumentar a exposição por aqui.


Eu estou cada vez mais preocupado e buscarei ser o mais cauteloso possível, buscando um rendimento ponderado anual de 10%, baseado na inflação atual. Isto deve ser o suficiente para fazer meu patrimônio crescer de forma sustentável e com risco dentro dos níveis que estou disposto a correr.

A meta de fechamento do ano segue em R$ 1,15MM, sendo que chegar a R$ 1,2MM parece estar ficando cada vez mais distante, mas ainda não desisti. A grande variável deve ser se a bolsa brasileira vai retomar as máximas de 120 mil pontos, ou não. Se isso ocorrer, e as economias retornarem até outubro, é possível que as noticias positivas nos propiciem o famoso rali de fim de ano. 

2 de agosto de 2020

Relatório de JUL-20 - Aliviado?


Mais um mês perfeito com as bolsas subindo e o mercado se tornando cada vez mais otimista. Se por um lado temos uma injeção de capital enorme nos mercados, por outro lado, seguimos com grades restrições às pessoas e negócios em diversos locais do mundo.

Será este otimismo exagerado? Será que simplesmente não há outra opção em um momento de juros negativos, além da bolsa? É difícil de responder estas perguntas, portanto na dúvida, temos que estar preparados para qualquer cenário. Seja o futuro de mais altas ou quedas por qualquer razão.

Acho que o grande aprendizado da pandemia pra mim é exatamente este, não adianta se empolgar com as subidas da bolsa para aumentar a exposição em qualquer classe de ativos. Acho que o melhor é sempre manter as mesmas proporções e seguir rebalanceando, de acordo com as subidas e quedas.

Abaixo um resumo dos meus investimentos:

Renda Variável:

FIIs: entendo que tiveram queda com a preocupação da vacância nos escritórios no retorno da pandemia e na possibilidade de tributação dos rendimentos. Acho que o melhor neste momento é esperar o assunto da tributação, pois pode impactar diretamente as cotas, apesar de querer aumentar minha exposição até 5% do total.

Ações: seguem subindo de forma consistente, tendo a bolsa fechado em aproximadamente 103 mil pontos. Confesso que fico animado, porém dividido. Vou manter minha estratégia de 40% em renda fixa, portanto, não tenho perspectiva de novas compras. Sigo com a carteira com ações com menor volatilidade e risco, mantendo aproximadamente 30% em bancos (ITSA4 e BBAS3) e 20% em elétricas (EGIE3, CMIG4, TAEE11 e ENEV3). Espero que os bancos voltem a subir em algum momento para retornar às máximas anteriores.

Ações USD: apenas adquiri 1 ação de GOOGL para diversificar um pouco em ações de tecnologia, que se saíram muito bem nos últimos anos e principalmente na pandemia. Tenha intenção de enviar mais dinheiro para manter em USD, mas devo fazê-lo somente com o câmbio abaixo de R$ 5,00. Estas transferências devem servir para aumentar a exposição em ações fora do Brasil. 

Fundos de Ações: sigo com o processo de venda do fundo Alaska Black. O racional é de que prefiro comprar as ações diretamente para não ter o custo de administração e receber os dividendos. Manter os fundos exigiria que eu fizesse uma carteira com diversos fundos para mitigar o risco de concentração que prefiro não correr mais.

Previdência em Ações: aqui uma carteira diversificada da Vitreo em diversos fundos que seguem de forma próxima o índice Bovespa. Como visão de longo prazo, me parece uma boa opção, pois ganhei na aplicação a isenção de IRPF.

Renda Fixa:

TD IPCA: uma das grandes surpresas positivas do pós-pandemia. Como os valores estão abaixo de 4%, em parece muito arriscado se expor neste momento. Sigo com a ideia de que a Selic deve voltar a subir, o que pode fazer com que os juros por aqui também subam. No momento, vou manter a pequena aplicação que tenho, mas gostaria de ter mais no futuro.

TD Selic: sigo fazendo aplicações pela falta de opções melhores. Gostaria de colocar valores maiores em CDBs e Debentures, mas me parece que a diferença de rendimento, neste momento, não vale a pena. Prefiro ter dinheiro com liquidez para qualquer emergência/oportunidade.

Debêntures: fiz uma aplicação em uma da Vale com 3,3% isento de IR. Gostaria de aplicar mais nestas opções, mas o momento parece não ser muito favorável.

CDBs: assim como no caso acima, as taxas são muito baixas e me parece que os riscos não compensam. Vou acompanhar, mas me parece que o no momento vou continuar direcionando as aplicações para o TD Selic.

Seguros:

Ouro: segue subindo bastante, apesar do dólar ter tido alguma queda. O saldo é positivo e segue sendo um ótimo seguro em momentos de estresse.

Sigo bastante cauteloso com meus investimentos, muito mais preocupado em manter rendimentos a longo prazo na ordem de 10% por ano, complementados por ganhos do meu trabalho e outras fontes de renda. 

Por um lado, sinto por ter perdido a grande oportunidade de multiplicação de patrimônio na pandemia e entendo que tive até algumas perdas. Mesmo assim, acho que serviu de lição, para ver o patrimônio de volta aos números pré-pandemia e entender que a estratégia de longo prazo deve sempre prevalecer.

Sigo em busca de R$ 1,15MM no fim do ano, sonhando que se tudo der certo, talvez possamos exceder de alguma forma. Sem dúvida chegar a R$ 1,20MM seria a grande meta neste momento.

2 de julho de 2020

Relatório de JUN-20 - Reflexão


A bolsa retomou os 97 mil pontos e voltou a animar os investidores. Boa parte das perdas foi mitigada e mais uma vez o mercado financeiro parece antecipar os movimentos da vida real. Se por um lados os problemas da pandemia permanecem e as economias seguem sofrendo com seus impactos, por outro lado, podemos perceber que a grande liquidez injetada pelos bancos centrais, tem feito os ativos subirem. O mundo vive um momento em que aposta firmemente que 2021 será de retomada e algo dela será percebida em 2020.

Apesar de tentar ser otimista, não me parece que este caminho da retomada será tão fácil. Mesmo com juros baixos e a impressão de dinheiro, cada vez mais veremos o endividamento subindo, de empresas e países. Além deste ponto, ainda não vimos empresas quebrarem e isto pode acontecer mais à frente, portanto não deve ser descartado.

Assim como no mês anterior, manterei minha opção de reduzir a exposição em renda variável e focarei em manter 60% em renda fixa e até 40% em renda variável.

Abaixo um resumo dos meus investimentos:

Renda Variável:

FIIs: fiz pequenas compras de ativos ligados a galpões, aproveitando a subscrição de itens que já possuo. Entendo que a grande janela de oportunidade recente passou, com grande das perdas já recuperadas. Os fundos imobiliários cada vez mais se tornam boas opções para quem busca uma renda mensal, em razão da Selic cada vez mais baixa.

Ações: com as altas recentes decidi me desfazer de algumas ações ligadas a varejo e turismo, decidi focar nas ações de bancos (que estão descontadas) e elétricas (menos voláteis e com bons dividendos). Além de fazer um pequeno ajuste, busquei reduzir a exposição por aqui para me enquadrar em 40% de renda variável.

Ações USD: busquei vender minha posição em IVV em razão da grande valorização dos últimos meses. Manterei um pouco da minha aplicação em USD em caixa esperando oportunidades. De modo geral fico na expectativa da subida do EWZ (com a queda do dólar e subida do Ibovespa). Por fim, acho que os grandes ganhadores realmente são as empresas de tecnologia, em especial Google.

Fundos de Ações: após algum tempo decidi pedir o resgate para admitir as perdas. Compreendo que este não é o melhor momento, mas esta queda recente me fez ver algumas coisas óbvias. 1 - Os fundos sobem muito nos momentos bons, mas caem mais do que o mercado nos momentos de pânico, em razão dos saques. 2 - Para ter fundos, há a necessidade de pulverizar em ao menos 5-10 diferentes (sim, eu só tinha um e aprendi da pior maneira). 3 - Realmente este é um jogo em que você precisa completar ciclos longos, ou seja, para recuperar, tem que esperar. Enfim, eu prefiro ter a liquidez, escolher boas ações, receber os dividendos e não pagar a taxa de administração.

Previdência Privada (70% Ações): assim como comentado no item acima, prefiro ter ações a fundos, mas como se trata de uma previdência privada, isto não é uma opção. Como já tenho uma grande parcela em fundos por aqui, me darei por satisfeito em manter a posição sabendo que no longo prazo valerá a pena.

Renda Fixa:

TD IPCA: segue sendo uma boa opção com juros reais acima de 4%. Me parece que são uma ótima oportunidade, principalmente para quem busca uma renda periódica e protegida da inflação. Não pretendo aplicar mais, pois prefiro ter liquidez neste momento, mesmo que perca possíveis subidas.

TD Selic: o grande porto seguro da carteira. Apesar de não estar pagando nem para compensar a inflação, ainda assim manterei boas reservas em caixa.

Debêntures:  comprei algo da Rumo com vencimento longo (2030) com IPCA + 4,6%a.a. Apesar de tudo, acho que no momento atual, vale a pena ter algo de boas empresas.

CDBs: igual ao item acima, acho que vale a pena ter algo indexado a IPCA acima de 4% (descontado o IR).

Seguros:

Ouro em USD: aumentei minha exposição por aqui no último mês e manterei desta forma, apesar de ter perdido um pouco com a queda do câmbio.

Caixa: igual ao caso acima, aumentei minhas reservas líquidas para o caso de novas quedas.

Apesar de tudo que passou, voltei a estar acima de R$ 1 milhão. Se anteriormente a previsão fechamento do ano era de R$ 1,25MM, agora percebo que este número deve estar muito mais próximo a R$ 1,15MM.

Acho que a bolsa ainda tem espaço para subir até o fim do ano, mas serei bastante cauteloso, já ciente de que isto possa limitar meus ganhos em uma nova subida.

30 de maio de 2020

Relatório de MAI-20 - O que vem agora?


Mais um mês se passou em meio a pandemia do Coronavírus. A incerteza me parece a melhor definição do momento, porém podemos perceber algumas coisas. O lucro das empresas parece ter caído de forma bastante forte, o que justifica boa parte da queda das ações. Por outro lado, diversas ações demonstram que a atividade econômica vem sendo retornada de forma gradual ao redor do globo, o que anima de alguma forma os mercados. Apesar disso, aqui no Brasil ainda não chegamos ao pico da pandemia, além de estarmos evoluindo de forma bastante rápida no número de casos.

Mesmo com as altas recentes do mercado, tenho uma sensação negativa em relação ao momento atual, pois me parece que ainda teremos muitas notícias ruins de dificuldades de empresas, logo a frente. Me parece que o mercado não está precificando isso e segue apenas antecipando o que possa estar acontecendo no lado positivo.

Para me afastar um pouco das preocupações e notícias diárias, estou posicionando minha carteira em 40% de renda variável e 60% de renda fixa. Ainda me parece muito em renda variável para um momento tão delicado, porém as taxas de juros atuais, me obrigam a correr mais riscos.

Abaixo um resumo dos meus investimentos:

FIIs: acredito que podem surgir como uma ótima opção neste momento com a taxa SELIC em suas mínimas. A grande dúvida fica por conta da demanda por shoppings e escritórios. Será que eles serão realmente tão necessários no retorno? Neste sentido, prefiro os galpões, que me parecem as estrelas do setor.

Ações: sigo acreditando que as ações serão cada vez mais o caminho em uma realidade de juros negativos, porém, me parece que ações de empresas boas pagadoras de dividendos, como as elétricas e empresas de saneamento, devem ter uma especial atenção. Em geral, todas as ações estão baratas se comparadas a um cenário de 120.000 do Ibovespa, porém estão caras se comparadas ao fundo de 63.000. O que fazer? No meu caso, absolutamente nada. Simplesmente manter o que já tenho e esperar.

Fundos de Ações: seguirei com minha aplicação no Alaska, porém com o objetivo de no futuro migrar este investimento diretamente para ações.

Previdência Privada: sigo com 70% do valor aplicado em ações e 30% em renda fixa. Como é um investimento de longo prazo, entendo que a posição faz todo o sentido.

TD IPCA e Prefixado: reduzi bastante minha exposição por aqui, apesar de pensar que neste momento faz sentido carregar um pouco mais no IPCA. Com a Selic em abaixo de 3% e o IPCA rendendo mais de 4%, me parece que há um grande desbalanço por aqui. Com relação ao prefixado, prefiro ficar de fora, pois o risco é sempre muito maior em relação a inflação.

TD Selic: sigo com um grande valor por aqui, afinal o sentido desta aplicação é manter um seguro em caso de dificuldades. 

Debêntures/CDBs: as debentures me parecem mais arriscadas neste momento e os CDBs rendem cada vez menos. Com os riscos implícitos, não acredito que sejam boas opções. Mantenho apenas o que tenho, esperando o vencimento.

Interactive Brokers: mais uma vez, funcionou perfeitamente neste momento de incerteza e segue subindo de forma consistente. Destaque para o EWZ que caiu para menos da metade do pico anterior. Acredito que pode dar muitas alegrias no próximo ano.

Ouro: resolvi comprar um pequeno valor da carteira neste ativo que está relacionado a dólar e o ouro em si. Demorei para tomar a decisão e não o fiz no melhor momento, mas ainda acho que vale a pena manter algo até 5% neste momento.

Em resumo a carteira evoluiu quase R$ 40k no mês o que me deixa satisfeito para o momento atual. Acredito que revisando as projeções anteriores, possamos chegar a R$ 1,15MM ao fim do ano, o que já seria uma grande vitória.


30 de abril de 2020

Relatório de ABR/20 - Hora de Meditar

Meditando Junto - MEDITAÇÃO para Todos

Nada melhor do que meditar nestes momentos de indefinição. Se por um lado ainda podemos ver novas quedas nos mercados financeiros, por outro o mercado parece ter precificado que o pior passou. Independente do cenário que vejamos à frente, este me parece um momento de ficar parado aguardando e aproveitar algumas poucas pechinchas.

Não posso negar é bom ver os ativos subirem, mas por outro lado, fica aquela sensação de que estamos perdendo uma grande oportunidade de compras. Enfim, nunca estamos satisfeitos.

O que fica claro nesta crise é que a queda foi muito rápida e a recuperação também pode ser. Afinal se trata de uma pandemia que pode desaparecer na velocidade que surgiu.

Abaixo um resumo dos meus investimentos:

FIIs: seguem subindo e recuperando gradativamente as perdas recentes. Acho que valem a pena no longo prazo, porém neste momento ainda vejo as ações como muito mais atrativas, pela sua natureza mais volátil.

Ações: as compras que fiz de BOVV11 ficaram na faixa de 86.000 pontos do Bovespa. Errei o timing das quedas e acabei realizando parte as compras que estavam no positivo. Ainda vejo riscos e perceber a minha carteira com 50% de ações neste momento me deixou preocupado. Confesso que o emocional falou mais forte e preferi reequilibrar a carteira. Muitas ações já se recuperaram, portanto vou ficar apenas esperando os próximos passos, sem grandes movimentos.

Fundos de Ações: aqui talvez o maior aprendizado nesta queda. Fundos de ações que sobem mais do que o índice estão alavancados e realizam sua posição em momentos de grandes saques. Da mesma forma somem das entrevistas e da mídia. Em resumo, melhor aplicar em ETFs do índice ou comprar ações de primeira linha.

Previdência Privada: segue sendo uma ótima opção para aplicações até 12% da renda já tributada para quem é empregado. Dei uma boa recuperada desde a queda, porém ainda sigo com um belo prejuízo.

TD IPCA e Prefixado: reduzi um pouco o volume de IPCA e zerei a pequena posição que tinha de prefixado.

TD Selic: aumentei minha posição por aqui de forma significativa. Se a bolsa voltar a cair posso fazer novas compras. Vou esperar para ver.

Debêntures/CDBs: sem novidades por aqui. De qualquer forma, tem servido como valores seguro e que não caíram neste momento. Esta é a grande vantagem da renda fixa. Rende pouco, mas não em geral não cai, apesar do calote da RDVT11.

Interactive Brokers: mais uma vez só alegrias por aqui. Apesar da queda das bolsas o valor caiu menos, e, além de tudo, já retomou o valor anterior à crise e com grande lucro. Este era o comportamento que esperava desta aplicação, sendo que tem funcionado perfeitamente.

Sigo bastante cauteloso e conservador, pensando que no futuro minha carteira será muito mais simples e com menos ativos. Acho que buscarei menos riscos e ações de primeira linha.

Vamos em frente, esperando que 2020 ainda possa fechar em uma boa condição. Afinal tudo o que estamos vivendo vai passar. Acho que a grande dúvida fica por conta das dívidas que o governo está contraindo e a possível crise política que podemos viver em breve. Espero que não aconteça, mas não pode ser descartada.

Enfim, vivemos uma crise financeira, política e uma pandemia. Tudo isso junto, faz com o R$ seja a moeda mais desvalorizada do momento. Como foi a que mais caiu, deve ser uma das que mais subirá no movimento contrário.

1 de abril de 2020

Relatório de MAR/20 - Bomba Atômica



Para quem achava que fevereiro tinha sido um mês duro, com a perda de R$ 50k, este mês finalmente nos fez entender que as perdas em momentos de crise podem ser ainda maiores.

Passamos de 102k pontos para um fundo de aproximadamente 63k, fechando o mês um pouco acima de 70k.

Talvez a grande pergunta que venha agora seja, qual será o fundo? Ninguém sabe a reposta e talvez pouco importe. Mesmo que eu tenha dificuldade de separar as emoções, acredito que as compras neste momento podem render frutos lá na frente. O difícil é viver o momento.

O meu objetivo neste momento é tentar equilibrar a carteira nos mesmos percentuais anteriores as quedas. Apesar de todos os acontecimentos, a queda até o momento tem sido de algo próximo a 20%, que dói muito, mas me parece razoável, dado o cenário atual.

Abaixo um resumo dos meus investimentos:

FIIs: acredito que a grande novidade sejam os imóveis de shoppings que tiveram uma grande queda e podem não distribuir dividendos. Acho que caíram demais, porém já recuperaram uma grande parte.

Ações: conforme escrevi no último mês, já fiz algumas compras e devo seguir fazendo, conforme novas quedas ocorram. O foco segue em BOVV11, mas acho que alguns casos em especial como ITSA4 estão em um preço muito convidativo. Além disso, apesar a crise aérea, me chama atenção a queda da AZUL4, que foi de um pico de R$ 62 a um fundo de aprox. R$ 10. Outras ações que gosto neste momento são BBAS3, CMIG4, EGIE3, PETR4, VVAR3 e GUAR3.

Fundos de Ações: tenho apenas um fundo que é o Alaska e que sempre teve grande volatilidade, porém neste momento com um fundo de 70% de queda, fico em dúvida se conseguirão voltar aos patamares anteriores, mesmo que a bolsa volte. Na prática, sigo achando que o melhor é comprar ações do que fundos.

Previdência Privada: gosto da ideia da previdência privada em ações, mas neste momento tem sido bastante difícil.

TD IPCA e Prefixado: de modo geral vendi todo o prefixado, pois acho que se tornou mais perigoso e devo vender um pouco do IPCA, mesmo com prejuízo. Prefiro ter liquidez e acho que como a queda por aqui foi menor, prefiro correr risco nas ações.

TD Selic: fis diversos saques, mas tentarei manter o mais próximo possível de 25% da carteira.

Debêntures: sem novidades por aqui, sendo que não tenho mais olhados as opções.

CDBs: cada vez mais acho que não existem muitas opções e nestas horas o risco de quebra geral passa a preocupar mais ainda.

Interactive Brokers: e eu achava que o EWZ estava barato a USD 38, pelo menos há 30 dias. Vejam que ele caiu para próximo a USD 20. Fiz novas compras e espero poder vê-lo algum dia de volta aos USD 48. Apesar das grandes quedas em todos os mercados, tem sido muito resiliente com perdas muito pequenas. É impressionante como a proteção em USD funciona nestes momentos, apesar do ouro não ter subido muito.

Cada vez mais a carteira se aproxima de algo com muita renda fixa em TD Selic e ações de grandes companhias (HYPE3, EGIE3, ITSA4...) com ótimos resultados, mesmo que não sejam as que mais sobem. Entendo que no longo prazo são as melhores para carregar e aproveitas estas janelas de caos para fazer grandes compras.

A minha grande reflexão neste momento diz respeito a ter ido na palestra do Robert Kiyosaki há uns 3 anos e ter ouvido ele dizer que as ações iam despencar e que a única salvação era o ouro físico. Deve estar dando risada neste momento, apesar de eu não ter gostado da palestra, tenho que dar o crédito. Afinal quem esperava uma crise nas condições atuais, causada por uma pandemia?

28 de fevereiro de 2020

Relatório de FEV/20 - Porrada


Uma verdadeira porrada na cara, assim foi o mês de fevereiro. Perdi aproximadamente R$ 50k, sendo quase tudo em aplicações em ações.

O caos se instalou na China com a chegada do Coronavírus e junto a ele veio o Pânico no mercado financeiro. A ideia de que isso possa e deve afetar seriamente e economia real, fez com que as bolsas ao redor do mundo despencassem.

Em um primeiro momento, ver as ações caírem não surte um grande impacto em mim, mas logo em seguida elas caem ainda mais, os fundos de ações passam demonstrar a mesma queda em suas cotas, com algum delay, assim como os títulos do tesouro. Sem dúvida algo que mexe com a gente, mas há que sempre recordar as linhas de pensamento de longo prazo.

O problema não vem sozinho e acaba afetando a todos os tipos de ativos em momentos de pânico. Se por um lado dói ver a carteira encolhendo, por outro, abre uma avenida de oportunidades de investimento. Só o índice Bovespa já caiu de 119k para 102k. Se olharmos em detalhes, vamos encontrar ações que caíram muito mais.

Neste sentido, entendo que é um ótimo momento para compras, pois no longo prazo, esta deve ser apenas mais uma realização do bull market em que estamos no Brasil.

Abaixo o resumo dos meus investimentos:

FIIs: tivemos por aqui uma volatilidade muito menor do que nas ações, o que era de se esperar. Fiz uma pequena compra no mês que se mostrou em um momento equivocado, mas acredito que no longo prazo não fará diferença.

Ações: aqui a estratégia será bastante simples. Ao invés de buscar as ações que caíram mais e tentar bater o índice, simplesmente vou comprar BOVV11 até o limite de R$ 70k, sendo que na ultima sexta já comprei R$ 20k. Se cair mais, seguirei com novas compras.

Fundos de Ações: abriram um grande janela de oportunidade para entrada com perdas em linha com a queda da bolsa. Devo comprar algo.

Previdência Privada: talvez o grande erro de timming da carteira, mas ainda assim, com um impacto limitado. Perdi um belo valor, mas assim como nos FIIs, acredito que em uma linha de longo prazo não fará diferença.

TD IPCA e Prefixado: sem grandes alterações, porém importante ressaltar que não houve quedas. Sigo na expectativa de que ao longo do ano possa ser uma grande oportunidade, apesar de achar as ações mais atrativas.

TD Selic: reduzi minhas cotas para fazer compras em ações. A ideia de ter um bom colchão com 30% em TD Selic se referia em parte a um seguro para momento pessoais, da mesma forma que uma reserva para compras em caso de grandes quedas. Desta forma, estou seguindo minha estratégia a risca, tendo vendido R$ 70k.

Debêntures: talvez a única novidade por aqui seja o fundo da Vítreo para recuperar as cotas da RDVT11. Confesso que se 50% voltar já estarei feliz. Seguimos em frente na expectativa.

CDBs: nada a acrescentar, além de que a renda fixa serve para amortizar as quedas nestes momentos críticos. Não vejo oportunidades por aqui e cada vez mais será difícil encontrar algo que me atraia.

Interactive Brokers: sigo com a carteira com uma boa parte em ações e outra em ouro, além do hedge natural em dólar, por se uma corretora americana e operar em USD. Desta maneira, mesmo nos momentos mais difíceis, a aplicação tem sido bastante equilibrada e rentável em R$. Me aprece que o EWZ ficou barato a USD 38, tendo estado recentemente em USD 48, portanto, acho que vale muito a compra.

De modo geral a convicção segue em manter as compras em ações, frente a novas quedas, até o limite de R$ 70k. Me parece que temos um desconto de 15% em média e temos que aproveitar bem a oportunidade.

3 de fevereiro de 2020

Relatório de JAN/20 - Equilibrando as Forças

Resultado de imagem para firme"

Quando tudo parece estar dando errado, o melhor é manter  controle e seguir a estratégia. O que vimos em janeiro, para alguns, foi um grande alívio a queda da Bovespa, para outros uma grande tragédia. As forças sempre vão se equilibrar, mas este é um daqueles momentos que temos que ser fiéis às nossas convicções, ou seja, esta foi apenas mais uma correção de muitas. De modo geral, torço para a bolsa corrigir mais, de modo a abrir uma boa janela de entrada.

Com relação à minha carteira, aqui preciso colocar 2 pontos. Primeiro, saquei R$ 65.000 do tesouro direto para comprar um apartamento, sendo que a diferença foi paga com FGTS. O segundo ponto se refere a inclusão da previdência privada que tenho e que foi migrada recentemente para a Vitreo. Resolvi incluir este segundo caso nos meus investimentos, pois neste mês passou a estar livre do programa da empresa onde eu trabalhava, o que me permitiu a portabilidade. Estes dois fatores distorcem um pouco a análise da carteira, por isso o registro.

Abaixo um resumo dos meus investimentos:

FIIs: tiveram uma boa recuada em janeiro, mas assim como as ações estavam com os valores muito esticados, principalmente ao valor patrimonial. Na minha opinião, um realização saudável. Acho que é uma boa janela de entrada.

Ações: sigo em stand by com novas compras depois do rali de fim de ano, porém devo me expor em ações através da migração da minha previdência privada. Apesar da correção no mês, o saldo da bolsa no período ainda é positivo.

Fundos de Ações: sigo com o Alaska Black, que não decepciona. Diferente do que observei no post anterior, devo apenas manter a posição atual sem adicionar novos fundos. Com a alocação na previdência da Vítreo, que nada mais é do que um fundo de ações, deixarei este item inalterado.

Previdência Privada (70% Ações): aqui a grande novidade da carteira, onde saíram os fundos multimercado e em seu lugar coloquei a previdência privada da Vitreo que possui 70% em ações. Tenho uma expetativa bastante positiva, pois é um dinheiro de longo prazo e faz todo sentido estar em ações.

TD IPCA e Prefixado: aqui tivemos uma pequena queda no TD IPCA. Sigo achando que vale a pena colocar algum valor nesta opção, pois os juros da Selic, na minha opinião, se manterão em 2020, portanto, as taxas longas ainda tem espaço para cair. Imagino que podem render mais de 20% no ano.

TD Selic: sofreu uma redução em razão da compra do AP que foi parcialmente compensada com a venda dos fundos multimercado. Sigo com a mesma estratégia de sempre, recompor os valores até chegar a 30% da carteira.

Debêntures: sem grandes novidades por aqui, apenas mantendo o que já tenho que gera um ótimo rendimento perante a Selic atual. Além disso, fico na expectativa do que vai acontecer ao longo de 2020 com a RDVT11, na qual zeraram minha cota na XP. Acho que em algum momento algo deve retornar.

CDB/LC: o mesmo caso das aplicações acima. Com a Selic em valores bastante baixos, as opções fora da renda fixa parecem ser mais atrativas. Estou bastante satisfeito com as aplicações que tenho, mas não pretendo fazer novas no curto prazo.

Interactive Brokers: segue sendo um sucesso e grande seguro contra os riscos. Gostaria apenas de ter um pouco mais, para manter em algo próximo a 10% do patrimônio. Sigo com aplicações em EWZ (Bovespa), Bolsa Americana, Ouro e agora também em ações da XP.

De modo geral não foi um bom mês, mas retirando os fatos negativos, ainda teve rendimento positivo em ralação ao mês anterior, portanto não há o que reclamar.

Quanto mais a carteira cresce, mais passiva ela tem se tornado, onde apenas aplico o dinheiro que consigo guardar no mês e faço apenas pequenos balanceamentos.

Seguimos em frente, acreditando em um ótimo 2020.